A CACHORRA DE CHICO XAVIER

Aranauam a todos!
Ontem me contaram esta história.
Resolvi pesquisar e compartilhar com vocês.
Paz e Luz!

A CACHORRA DE CHICO XAVIERChico_Xavier_e_Boneca[1]

Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre es perava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo. 
Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse.
O Chico então dizia: – Ah Boneca, estou com muitas pulgas! 
Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho. 
Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas. 
Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca. 
A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor e os presentes a pegavam no colo, sem contudo desalinhá-la de sua manta. 
A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra. 
Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo.
- Ah Boneca, estou cheio de pulgas! disse Chico.
A filhotinha começou então a caçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram: “Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico!” 
Emocionados perguntamos como isso poderia acontecer. O Chico respondeu:
- Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. 
É, Boneca está aqui, sim e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis. 
Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. A CACHORRA DE CHICO XAVIER

Por isso, quem maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar.


Adelino da Silveira


Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/blog/blog.asp?id=07684

Ectoplasma e sua Utilização nos Terreiros

Um dos elementos bioenergéticos mais utilizados por Caboclos, Pretos-Velhos, Exus e  Crianças, seja em atividades curativas, harmonizatórias, e, também, em neutralização de demandas, é o nominado Ectoplasma.ectoplasma (1)

O Ectoplasma, que tem despertado um grande interesse por parte das religiões mediúnicas e de cientistas de todo o mundo, é uma substância material, visível ou não, consoante sua quantidade e densidade, absorvida/produzida pelo corpo humano a partir da fusão e posterior metabolismo de quatro fluidos, quais sejam:
fluidos astrais (química astral);
fluidos da natureza (raios solares, raios lunares, gases etc.);
fluidos orgânicos e inorgânicos de nosso planeta (minerais, vegetais e animais).

É de conhecimento também que o ectoplasma localiza-se nas células humanas, constituindo-se como uma parte etérica das mesmas. Esta matéria, que em alguns casos de acúmulo excessivo, apresenta-se como uma geléia viscosa, de cor branca, semi-líquida e que sai através dos principais orifícios do corpo humano (boca, narinas, ouvidos etc.), é um dos elementos integrantes de nosso corpo vital (duplo etérico), sendo o envoltório intermediário entre o perispírito (corpo astral) e o corpo físico. É o dinamizador da parte bio-fisiológica do ser humano encarnado.

Dizem alguns que é encontrado em maior quantidade na altura dos centros de força (chakras) Umbilical e básico. Não vamos nos ater a discorrer sobre o emprego de ectoplasma na materialização de espíritos e objetos, situações em que deve haver um grande acúmulo de ectoplasma nos doadores desta substância, mas sim na sua utilização por parte dos espíritos trabalhadores de nossa elevada Umbanda. Os Caboclos, Crianças, Exus e Pretos-Velhos (as quatro formas fluídico-perispirituais de manifestação de espíritos na Umbanda) costumam utilizar o ectoplasma de seus médiuns para os mais variados fins (lembre-se: espíritos não têm corpo vital, logo não têm ectoplasma. Nos trabalhos de cura, costumam aplicá-lo nos centros de força dos assistentes, a fim de reequilibrar o fluxo energético (absorção e emanação de energias).

Nos trabalhos direcionados ao desmanche de baixa magia, as entidades potencializam a substância ectoplasmática, deslocando-se a lugares onde está a origem material da feitiçaria (objetos vibratóriamente magnetizados), passando a manipular tais materiais, desmagnetizando-os e neutralizando as demandas. Devido aos espíritos utilizarem o ectoplasma humano em algumas tarefas onde há a necessidade deste fluido vital, muitos médiuns, ao término de uma sessão ou gira, sentem-se fatigados, cansados, exauridos de energia, e com apetite aguçado. Esta situação ocorre em grande parte, e em vários graus, conforme a quantidade sorvida, em razão da retirada de parte do ectoplasma do médium por parte dos espíritos trabalhadores. É um acontecimento natural, facilmente dirimido pela ingestão de líquidos como água pura, sucos, refrigerantes, comestíveis, e, se possível, um ligeiro repouso. Após um curto espaço de tempo o ectoplasma volta a seu nível normal.

O Ectoplasma ainda é assunto a ser mais explorado. A cada dia surgem novas informações sobre este nobre fluido que é de suma importância para a Humanidade.

O que se deve ter em mente, principalmente por parte dos médiuns sérios, é que a maior qualidade do fluido vital ectoplasmático está diretamente ligada aos hábitos do indivíduo, enquanto membro de uma sociedade heterogênea. Portanto, é de suma importância que não se abuse de bebidas alcoólicas, fumo e sexo, que, se ingeridos ou praticados em demasia, poderão influenciar na maior ou menor eficácia de determinados trabalhos espirituais.

A. D.

Fonte: Correio da Umbanda – Edição 16 – Abril de 2007)

Espiritismo

O Espiritismo se baseia na crença de que as almas desencarnadas podem manter contato com o mundo dos vivos, transmitindo ensinamentos úteis ao aprimoramento moral e espiritual da humanidade. Para se comunicar com os vivos, os espíritos desencarnados utilizam-se do médium, que “empresta” seu corpo ou sua voz para esta finalidade.

Na verdade, as tentativas de se estabelecer contato com os mortos remontam aos primórdios da civilização humana, mas foi somente na segunda metade do século 19 que o Espiritismo se estruturou como uma doutrina.

O grande responsável pela codificação dessa crença foi Allan Kardec, autor de Livre des Esprits (O Livro dos Espíritos), lançado em 1853. O nome verdadeiro de Kardec era Léon Hippolyte Denizard Rivail (1804-1869). Juntamente com outros estudiosos do tema, dentre os quais se destacaram os teóricos Camille Flammarion, Frederick Myers, Andrew Jackson Davies e Charles Richet, ele elaborou os princípios fundamentais do Espiritismo, que são:

1. A existência de Deus
Deus é a inteligência cósmica, criadora do Universo e responsável pelo seu equilíbrio.

2. A existência da Alma
A alma é imortal e está envolvida por um corpo espiritual, denominado perispírito. Após a morte, o perispírito conserva as lembranças das experiências terrenas.

3. A existência da Reencarnação
A Reencarnação é o processo pelo qual o espírito evolui moral e intelectualmente. Em vidas sucessivas, ocupando diferentes corpos materiais, ele se aprimora e se redime de seus erros.

4. Metempsicose [do grego: meta= mudança + en= em + psukê= alma]

I. Transmigração da alma de um corpo para outro.
II. Doutrina filosófica de origem indiana, transportada para o Egito, de onde mais tarde Pitágoras a importou para a Grécia. Os discípulos desse filósofo ensinavam ser possível uma mesma alma, depois de uma período mais ou menos longo no império dos mortos, voltar a animar outros corpos de homens ou de animais, até que transcorra o tempo de sua purificação e possa retornar à fonte da vida. Como se constata, há uma diferença capital entre a metempsicose e a doutrina da reencarnação: em primeiro lugar, a metempsicose admite a transmigração da alma para o corpo de animais, o que seria uma degradação; em segundo lugar, esta transmigração não se opera senão na Terra. Os Espíritos lecionam o contrário, que a reencarnação é um progresso constante, que o homem é um ser cuja alma nada tem de comum com a dos animais, que as diferentes existências podem realizar-se, quer na Terra, quer, por uma lei progressiva, em mundos de ordem superior, até que se torne Espírito purificado.

5. A existência da Lei do Carma
É a lei da ação e da reação – ou seja, a cada ação corresponde uma reação. Assim, nossas atitudes presentes vão determinar os rumos futuros do nosso espírito, de modo que nós somos os responsáveis pelo nosso destino.

O ciclo evolutivo espírita preconiza que, ao atingir um determinado grau de aperfeiçoamento, o espírito não precisará mais reencarnar, podendo então gozar as delícias da vida eterna. A prática da caridade é muito incentivada pelos espíritas, pois eles acreditam que, por meio dela, semeamos carmas positivos e nos aproximamos da perfeição.

A primeira sessão espírita no Brasil aconteceu em 17 de setembro de 1865, em Salvador, capital da Bahia.

Os espíritos estão divididos em três grandes categorias, que por sua vez se subdividem em dez classes, a saber:

1. Espíritos Imperfeitos
Essa categoria inclui os “espíritos impuros”, os “espíritos levianos”, os “espíritos pseudo-sábios” (que semeiam enganos), os “espíritos neutros” e os “espíritos perturbadores” (também chamados de “brincalhões”).

2. Espíritos Bons
Aqui estão incluídos os “espíritos benévolos”, os “espíritos sábios”, os “espíritos de sabedoria” e os “espíritos superiores”.

3. Espíritos Puros
Pertencem a uma categoria única. Desta classe, fazem parte os grandes mestres da Humanidade.

Conheça algumas expressões-chaves da Doutrina Espírita:

Ectoplasma: Substância de origem psíquica que emana do corpo do médium. Pode ser visível para quem tem o dom da vidência. É por meio dessa substância que os espíritos operam no mundo material.

Guias: No Espiritismo, existem os “guias” ou “espíritos de luz”, que estão num estágio de aperfeiçoamento bastante avançado. Eles nos trazem conselhos e orientações de ordem material. Pertencem à classe dos “espíritos bons”.
Incorporação: Faculdade mediúnica em que o espírito desencarnado ocupa momentaneamente o corpo do médium, valendo-se desse recurso para desempenhar seu trabalho no mundo dos vivos.

Materialização: Corporificação, total ou parcial, do espírito desencarnado. Ocorre quando o ectoplasma se condensa. É o que acontece, por exemplo, quando o espírito de alguém que já faleceu torna-se momentaneamente visível.

Mediunidade: Faculdade latente em todos os indivíduos, que permite a uma pessoa servir de canal de comunicação ou manifestação para os espíritos desencarnados. A mediunidade se divide em duas principais categorias: a mediunidade física, da qual fazem parte a capacidade de materialização e a incorporação de espíritos de médicos, dentre outras manifestações; e a mediunidade intelectual, que inclui a Psicografia, por exemplo.

Psicografia: Faculdade manifestada por alguns médiuns, que escrevem mensagens enviadas pelos espíritos desencarnados. Durante o processo, o médium não tem consciência do que está escrevendo – em geral, ele permanece com os olhos fechados -, e as mensagens recebidas costumam apresentar teor elucidativo. É um dos trabalhos mais procurados nos centros espíritas, por pessoas que perderam entes queridos e que desejam saber como eles estão vivendo no outro plano. Também existem muitas obras psicografadas na literatura espírita, que foram “ditadas” pelos espíritos de luz.

Fonte: Grupo 7 elementos

Nosso Lar, o filme – em breve!!

nossoLar

Nosso Lar, o fime

Já é uma realidade o cinema espírita.

Depois do grande sucesso do filme Bezerra de Menezes, o diário de um espírito, em janeiro passa a ser filmado pela Fox filmes, o longa metragem Nosso Lar, baseado na obra de Chico Xavier pelo espírito André Luiz.

Maiores detalhes da participação de Renato Prieto ao longo do mês.

http://www.nossolarofilme.com.br

Mediunidade – Influência Moral

SEF – Sociedade Espírita Fraternidade
Estudo Teórico-prático da Doutrina Espírita


Introdução:

Com relação a este tema, de tão grande importância, nada melhor do que meditarmos nas palavras esclarecedoras que nos são trazidas por Emmanuel (mentor espiritual de Francisco Cândido Xavier), em seu Livro “Emmanuel”:

“Ser médium é investir-se a criatura de sagrada responsabilidade perante Deus e a própria consciência, uma vez que é ser intérprete do pensamento das esferas espirituais, medianeiro entre o Céu e a Terra.

Ser médium é algo de sublime, determinando o imperativo da realização interior, a necessidade de o indivíduo conquistar a si mesmo pela superação das qualidades negativas.

É necessário esclarecer-se que o desenvolvimento da mediunidade não guarda relação com o desenvolvimento moral dos médiuns. A faculdade propriamente dita se radica no organismo; independentemente do moral. Se há pessoas indignas que a possuem, é que disso precisam mais do que as outras, para se melhorarem. Deus não recusa meios de salvação aos culpados.

Não creiais que a faculdade mediúnica seja dada somente para a correção de uma, ou duas pessoas, não. O objetivo é mais alto: trata-se da Humanidade. Um médium é um instrumento pouquíssimo importante, como indivíduo. Por isso, é que, quando damos instruções que devem aproveitar à generalidade dos homens, nos servimos dos que oferecem as facilidades necessárias. Tenha-se, porém, como certo que tempo virá em que os médiuns serão muito comuns, de sorte que os bons Espíritos não precisarão servir-se de maus instrumentos.

Felizes daqueles que, saturados de boa-vontade e de fé, laboram devotadamente para que se espalhe no mundo a Boa Nova da imortalidade.

Os médiuns, em sua generalidade, não são missionários na acepção comum do termo; são almas que fracassaram desastradamente, que contrariaram, sobremaneira, o curso das Leis Divinas, e que resgatam, sob o peso de severos compromissos e ilimitadas responsabilidades, o passado obscuro e delituoso.

Quase sempre, são Espíritos que tombaram dos cumes sociais, pelo abuso do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligência, e que regressam ao orbe terráqueo para se sacrificarem em favor do grande número de almas que desviaram das sendas luminosas da fé, da caridade e da virtude. São almas arrependidas que procuram arrebanhar todas as felicidades que perderam, reorganizando, com sacrifícios, tudo quanto esfacelaram nos seus instantes de criminosas arbitrariedades e de condenável insânia.

Humilhados e incompreendidos, faz-se mister reconheçam todos os benefícios emanantes das dores que purificam e regeneram, trabalhando para que representem, de fato, o exemplo da abnegação e do desinteresse, reconquistando a felicidade perdida.

Todos os médiuns, para realizarem dignamente a tarefa a que foram chamados a desempenhar no planeta, necessitam identificar-se com o ideal de Jesus, buscando para alicerce de suas vidas o ensinamento evangélico, em sua divina pureza; a eficácia de sua ação depende de seu desprendimento e da sua caridade, necessitando compreender em toda a amplitude, a verdade contida na afirmação do Mestre:

“Daí de graça o que de graça recebestes”.

Devendo evitar, na sociedade, os ambientes nocivos e viciosos, podem perfeitamente cumprir seus deveres e qualquer posição social a que forem conduzidos, sendo uma de suas precípuas obrigações melhorar o seu meio ambiente com o exemplo mais puro de verdadeira assimilação da doutrina de que são pregoeiros.

O homem que se vence faz o seu corpo espiritual apto a ingressar em outras esferas e, enquanto não colaborardes pela obtenção desse organismo etéreo, através da virtude e do dever cumprido, não saireis do círculo doloroso das reencarnações.

Sintonia Mental:

Nos esclarece o Espírito André Luiz, no seu livro “Nos domínios da Mediunidade”, psicografado por Francisco Cândido Xavier:

“Mediunidade não basta só por si.

É impossível saber que tipo de onda mental assimilamos para conhecer da qualidade de nosso trabalho e o ajuizar de nossa direção.

Em Mediunidade, portanto, não podemos olvidar o problema da sintonia.

Atraímos os Espíritos que se afinam conosco, tanto quanto somos por eles atraídos; e se é verdade que cada um de nós somente pode dar conforme o que tem, é indiscutível que cada um recebe de acordo com aquilo que dá.

Achando-se a mente na base de todas as manifestações mediúnicas, quaisquer que sejam as características em que se expressem, é imprescindível enriquecer o pensamento, incorporando-lhe os tesouros morais e culturais, os únicos que nos possibilitam fixar a luz que jorra para nós, das esferas mais altas, através dos gênios da sabedoria e do amor que supervisionam nossas experiências.

Procederam acertadamente aqueles que compararam nosso mundo mental a um espelho. Refletimos as imagens que criamos.

E, como não podemos fugir ao imperativo da atração, somente retrataremos a claridade e a beleza se instalarmos a beleza e a claridade no espelho de nossa vida íntima”.

Os reflexos mentais, segundo a sua natureza, favorecem-nos a estagnação ou nos impulsionam a jornada para a frente, porque cada criatura humana vive no céu ou no inferno que edificou para si mesma, nas reentrâncias do coração e da consciência, independentemente do corpo físico, porque, observando a vida em sua essência de eternidade gloriosas, a morte vale apenas como transição entre dois tipos da mesma experiência, no “hoje imperecível”.

Complementado o entendimento, Martins Peralva ressalta que deve se convir, que será muito difícil aos Mensageiros Celestes utilizarem-se, de modo permanente, de companheiros encarnados sem a mais leve noção de responsabilidade, negligentes no cumprimento dos deveres morais, impontuais, inteiramente alheios ao imperativo da própria renovação para o bem, ou, ainda, inclinados à exploração inferior.

Cumpre-nos admitir que dificilmente tomarão eles, os grandes Instrutores, por medianeiro definitivo para as grandes realizações do Cristo, o médium que vê, apenas, na sua faculdade, espetacular meio de produzir fenômenos, sem finalidade educativa para si e para os outros.

A discriminação e importância do problema mental poderão, talvez, ser melhor entendidos mediante o gráfico organizado para o estudo e análise.

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O nosso Espírito tem a propriedade de criar formas, situações, coisas e paisagens, sabendo-nos facultado, portanto, influenciar, benéfica ou maléficamente, a nós e aos outros.

Tem o nosso Espírito não apenas a faculdade de realizar tais criações. Tem-na também para dar-lhes vida ou destruí-las. Ex. cenas violentas, tais como assassínios, etc… poderão permanecer durante longos anos no cenário da luta, até enquanto as suas personagens lhes derem vida, pela própria projeção mental. Somente quando a luz do esclarecimento felicitar o coração dos protagonistas, os tais “clichês astrais” desaparecerão. Deixarão de existir, serão destruídos, porque cessaram as energias que lhes davam vida.

Uma mente invigilante atrairá entidades infelizes, vampirizadoras, porque certos Espíritos profundamente materializados, arraigados, ainda, às paixões inferiores, nutrem-se, alimentam-se dessas substâncias produzidas pela mente irresponsável ou deseducada.

O médium não evangelizado, irresponsável, será, via de regra, um permanente criador de imagens deprimentes, a constituírem verdadeira “ponte magnética”, pela qual terão acesso as entidades perturbadoras.

A prática do Evangelho e o conhecimento da Doutrina Espírita, pura e simples, estenderão ao coração do médium as noções de fraternidade, transformar-lhe-ão o ambiente psíquico, assegurando-lhe, em caráter definitivo, uma série de vantagens como:

  • Paz interior;
  • Valiosas amizades espirituais;
  • Defesa contra a incursão de entidades da sombra;
  • Crédito de confiança dos Espíritos Superiores;
  • Iluminação própria;
  • Outorga de tarefas de maior valia no serviço do Senhor.

 

Martins Peralva, no seu Livro “Mediunidade e Evolução”, capítulo 7, nos traz ensinamentos preciosos, relacionado com a necessidade, em especial do médium, de sempre estar estudando e buscando o aprimoramento espiritual. Vejamos:

Estudar Sempre

“Se abraçaste na Doutrina Espírita o roteiro da própria renovação, em toda parte és naturalmente chamado a fixar-lhe os ensinos.”
Emmanuel

A maioria dos homens habituou-se a crer que médium só o é aquele que, em mesa específica de trabalhos mediúnicos, psicografa ou fala, ouve ou vê os Espíritos, alivia ou cura os enfermos.

O pensamento geral, erroneamente difundido além-fronteiras do Espiritismo, é de que médium somente o é aquele que dá passividade aos desencarnados, oferecendo-lhes a organização medianímica para a transmissão da palavra falada ou escrita.

Em verdade, porém, médiuns somos todos nós que registramos, consciente ou inconscientemente, idéias ou sugestões dos Espíritos, externando-as, muita vez, como se fossem nossas.

Ao discutirmos tema elevado, em qualquer lugar e hora, somos, algumas vezes, intérpretes de Espíritos sérios, que de nós se aproximam atraídos pela seriedade da conversação.

Contrariamente, em momentos de invigilância vocabular, no trato com problemas humanos, atraímos Espíritos desajustados que, sintonizados conosco, nos fazem porta-voz de suas induções.

O aprimoramento moral contribui para que, na condição de médiuns, de receptores da Espiritualidade, afinizemos com princípios elevados.

O estudo a fixação do estudo espírita coloca-nos em condições de mais amplo discernimento da vida, dos homens e dos Espíritos.

A Doutrina Espírita possibilita a defesa do médium.

Resguarda- contra processos obsessivos.

Equilibra-o no dia-a-dia da existência.

O conhecimento doutrinário beneficia aqueles que, em sessões mediúnicas, operam no intercâmbio, assim como aqueles que, sem se aperceberem, transmitem na conversação inspirações da Esfera Espiritual.

Estudar sempre dá segurança à caminhada.

Do Livro: Contos desta e doutra vida

Psicografia de Francisco Cândido Xavier – pelo Espírito – Irmão X

Candidato à Redenção

Integrado nos fluidos comburentes a se lhe derramarem da própria alma, o Espírito desditoso, com sede de esquecimento no corpo de carne, pedia em pranto:

- Senhor, por piedade, concedei-me a graça de renascer no planeta físico! Percebo agora a extensão de meus débitos e a enormidade de meus crimes! Feri vossa Lei, espalhando miséria e destruição!… E sofro, Senhor, por desleixo meu, o resultado de minha imprevidência delituosa! Trago em minhas entranhas o inferno que acendi em mim mesmo!…Ó Benfeitor da Eternidade, conduzi-me, de novo, à escola da Terra, a fim de que eu possa, por algum tempo, olvidar minhas horrendas feridas … Dai-me o câncer, a lepra ou outra enfermidade, Senhor, em cuja virulência bendita expungirei de meu ser o veneno da culpa! Encarcerai-me num corpo paralítico em cuja armadura ressecada eu consiga olvidar o pretérito, regenerando os meus infelizes pensamentos! Entregai-me às provas da idiotia, em que me redima, detende meu Espírito arrependido num leito de chagas terrestres em cujos tormentos acrisole o coração entenebrecido no desespero! Dai-me o aleijão, a cegueira, a epilepsia, a forma torturada, a fome e a nudez, mas ajudai-me a renascer no mundo com a graça do esquecimento! …

Nisso, quando mais comoventes se lhe faziam as lágrimas, comparece junto dele benemérito Amigo Espiritual, que lhe diz bondoso:

- Acalma-te meu irmão! tuas súplicas foram ouvidas! A Divina Bondade conferir-te-á nova benção no campo dos homens… Não precisarás, porém, recorrer à morféia, à imobilidade, ao pênfigo ou à mutilação para o resgate das tuas dívidas… Afirma-nos o Senhor: – “misericórdia quero, não sacrifício …” Voltarás ao mundo em berço acolhedor e servirás ao Espiritismo, com Jesus, na condição de médium amigo da redenção… Aprenderás que o amor cobre a multidão de nossos pecados e afeiçoar-te-ás ao bem de todos, buscando no bem de todos a luz de teu próprio bem!…

Enlevado com a promessa, o mísero bradou, esperançoso e desafogado:

- Louvada seja a Bondade Infinita de Deus! Oh! sim, cultivarei o serviço aos meus semelhantes na concessão com que o Céu me agracia! Saberei usar a benevolência em todos os lances da luta! Abraçarei os humildes e compreenderei os orgulhosos para ajudá-los com amor. Tolerarei sem revoltas flagelações e calúnias, consagrar-me-ei ao desprendimento das posses materiais! Respirarei na Terra, mentalizando a Compaixão Celeste para saber auxiliar sem recompensa e entender sem exigir! Sim! serei médium e sofrerei amando, como Jesus nos amou!…

Recolhido a grande Hospital de socorro, a breve tempo conseguia habilitar-se para o novo renascimento.

Mergulhado em rendas de ilimitado carinho, ressurgiu num corpo abençoado e perfeito, em lar simples e generoso que o acariciou com alegrias puras, qual santuário que o preparasse na direção de uma festa de luz.

Foi assim que, alcançando a maioridade corpórea, o candidato ao serviço do bem foi conduzido naturalmente à província de trabalho em que lhe competia a execução dos votos que formulara.

Entretanto, ao contacto inicial com as bênçãos da tarefa, sentiu que a dúvida e a irritação lhe visitavam o campo íntimo.

Em toda parte, surpreendia incompreensão e discórdia, censura e suspeita constantes…

Amedrontado perante a luta que se esboçava feroz, pediu, certa feita, numa sessão de fraternidade e intercâmbio, a orientação do Benfeitor Espiritual que o ajudava no templo espírita em que se lhe sediavam as esperanças primeiras, e, tão logo saudado pelo Instrutor, rogou compugidamente:

- Que fazer, meu amigo, diante das sombras que me entravam os movimentos?

Perdoa e ajuda, meu filho – respondeu-lhe o mensageiro benevolente.

- E quando alguém me crive de calúnia e maldade?

- Ajuda e perdoa para que a luz do entendimento se faça vitoriosa.

- E a desconfiança? como agir perante as criaturas que me experimentam com aspereza e sarcasmo?

- Perdoa e ajuda aguardando o tempo.

- E as pessoas cruéis que me procuram, tocadas de más intenções, à maneira do animal que se sacia nas águas de um poço, agitando o lodo que lhe dorme no seio?

- Ajuda e perdoa para que se renovem um dia …

- Sofro com as mistificações que, por vezes, me assaltam … Como proceder diante daqueles que me ensombram a inspiração, compelindo-me ao desencanto?

- Perdoa e ajuda sem repousar, recebendo em tais lições do caminho o justo apelo à tua construção de humildade … De quando em quando, a mistificação auxiliar-te-á a entender que os talentos do Alto não te pertencem, ensinando-te o respeito ante a Bondade Celestial.

- Vejo-me cercado pela exigência daqueles que me interpretam à conta de malfeitor, solicitando-me as horas para o resvaladouro do crime… Como tratá-los na rota de minha fé?

- Perdoa e ajuda sempre.

- Mas de que modo agir com ignorantes e ingratos, com as raposas da astúcia e com os lobos da crueldade que pretendem senhorear minhas forças?

- Ajuda e perdoa constantemente.

- Ainda mesmo quando não me desculpem as fraquezas e não me auxiliem na solução das próprias necessidades?

- Sim, meu filho – acentuou o benfeitor -, é imprescindível ajudar e perdoar sem descanso.

Levantou-se o consulente para a despedida, e após o encerramento da reunião, com fervorosa prece, o candidato à mediunidade que pedira o câncer e a lepra, a cegueira e a mutilação, a paralisia e o infortúnio, para ressarcir o passado delituoso, retirou-se da casa e ninguém mais o viu.

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Bibliografia:

O Livro dos Médiuns – Allan Kardec – Cap. XX.

Estudando a Mediunidade – Martins Peralva – Cap. II e III.

Mediunidade e Evolução – Martins Peralva – cap. 7.

Nos Domínios da Mediunidade – Pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier – Cap. I.

Contos desta e doutra Vida – Pelo Espírito – Irmão X, psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Emmanuel – Pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, Cap. XI.

Apostila do Esde – Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita – Unidade I.

Fonte: http://sef.feparana.com.br/apost/unid19.htm

Educação Mediúnica















Não foi encontrada a fonte dos slides acima.

DIVALDO FRANCO NA REDE TV

Estréia em Rede Nacional, dia 05 de outubro de 2008, das 15h as 15h30, na REDE TV, o programa TRANSIÇÃO – A Visão Espírita para um novo Tempo.

Com participação especial de Divaldo Franco e apresentação de Cláudia Saegusa e Djair Ribeiro.
Abaixo, a entrevista concedida por Divaldo Franco na Rede TV, programa A TARDE É SUA, com a apresentadora Sonia Abrão no dia 29/09/2008, onde é anunciada a estréia do programa.

PARTE 1:

PARTE 2:

Fonte: Informações Megalivros www.megalivros.com.br

MÉDIUM E MEDIUNIDADE

por Emmanuel

Apenas ligeiro símile da vida comum, para salientar a importância da preparação do médium perante a mediunidade.

No parque industrial, o automóvel é um prodígio de técnica.

Peças trabalhadas com esmero. Velocidade calculada. Controle perfeito.

Previsão, favorecendo despesas mínimas. Conforto na condução e ganho de tempo.

Dentro da máquina, porém, está o motorista, de cujo bom senso dependem a segurança e a paz dos viajantes.

E se o motorista não protege o carro, não lhe dispensa atenção fora do movimento, se abusa da sua capacidade ou se não respeita as leis do trânsito, por mais haja havido perfeição nas oficinas para construção do veículo, será muito difícil conservar o automóvel ou espaçar de riscos graves.

Na mediunidade, o ensinamento é o mesmo, à luz do esclarecimento.

A Doutrina Espírita é um prodígio de orientação e de apoio.

Instruções claras. Socorro constante. Amparo na vida e diretriz exata para o aproveitamento integral das horas.

No exercício da mediunidade, entretanto, está o médium, de cujo bom senso dependem a harmonia e a bênção das manifestações espirituais.

E se o médium não defende as próprias faculdades, se não estuda a fim de ampliar o próprio discernimento, se abusa de suas possibilidades ou se não serve ao próximo na Seara do Bem, de modo a conquistar merecimento e valor nas relações entre as criaturas, por mais haja perfeição na Doutrina Espiritual, será muito difícil conservar a mediunidade ou escapar de amargas experiências.

De “Canais da Vida”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel

O Homem Triste

Você passou por mim com simpatia, mas quando viu meus olhos parados indagou em  silêncio o porque vagueio pelas ruas.
Talvez por isso apressou o passo, e ainda que eu quisesse chamar, a palavra desfaleceu na boca.
É possível que você suponha que eu desisti do trabalho, no entanto ainda hoje bati de porta em porta em vão.
Muitos disseram que ultrapassei a idade para ganhar o pão, como se a madureza do corpo fosse condenação à inutilidade.
Outros, desconhecendo que vendi minha melhor roupa para aliviar a esposa enferma, me despediram apressados, crendo que fosse eu um vagabundo sem profissão.
Não sei se você notou quando o guarda me arrancou da frente da vitrine, a gritar palavras duras, como se eu fosse um malfeitor vulgar. Contudo, acredite, nem me passou pela mente a idéia de furto.
Apenas admirava os bolos expostos, recordando os filhinhos a me abraçar com fome, quando retorno à casa.
Talvez tenha observado as pessoas que me endereçavam gracejos, imaginando que eu fosse um bêbado, porque eu tremia, apoiado ao poste.
Afastaram-se todos com manifesto desprezo, mas não tive coragem de explicar que não tomo qualquer alimentação há três dias.afnigeriliete0701
A você, todavia, que me olhou sem medo, ouso rogar apoio e cooperação. Agradeço a dádiva que me ofereça em nome do Cristo que dizemos amar, e peço para que me restitua a esperança, a fim de que eu possa honrar com alegria o dom de viver.
Para isso, basta que se aproxime de mim sem asco, para que eu saiba apesar de todo meu infortúnio que ainda sou seu irmão.
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Essa é a mensagem de um homem triste, quiçá como tantos que vemos perambulando pelas ruas.
É bem verdade que alguns são de fato pessoas que se comprazem na ociosidade.
Todavia há os desafortunados que apesar de trabalhar a vida toda, não puderam ajuntar moedas para o sustento próprio e da família, e que chegada a madureza, são condenados pela sociedade a viver como réprobos, embora sejam pessoas dignas.
É comum observarmos homens e mulheres puxando um carrinho de papéis e outros objetos recicláveis, para prover o próprio sustento.
São nossos irmãos de caminhada evolutiva, que não tem coragem de viver na mendicância, por isso trabalham com dignidade.
Muitos de nós, no entanto, nos enfadamos com essas criaturas que atrapalham o trânsito com seus carrinhos indesejáveis.
O que não nos damos conta é que além do peso do carrinho, têm ainda que carregar sobres os ombros o peso da humilhação e do desprezo impostos por uma sociedade indiferente.
É verdade que todos nós estamos colhendo o que plantamos, e que aqueles que passam por essas situações precisam dessas experiências para crescerem espiritualmente.
Entretanto, são nossos irmãos, filhos do mesmo Pai Criador, e merecedores sem dúvida – no mínimo – do nosso respeito.
Se não os podemos ajudar, que não os atrapalhemos, jogando-lhes palavras amargas, nem menosprezando-os, dificultando ainda mais a sua caminhada.

Fonte: Página do espírito Meimei, recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier em reunião pública da Comunhão Espírita Cristã na noite de 11/11/1961, em Uberaba-MG

Suicídio

Recebi este texto muito interessante, lá no Lar Dom Ignácio.
Pscografado por Cornélio Pires
Médium: Francisco Cândido Xavier
 
        
Suicídio, não pense nisso
Nem mesmo por brincadeira…
Um ato desses resulta
Na dor de uma vida inteira.
 
Por paixão, Quim afogou-se
Num poço de Guararema.
Renasceu em provação
Atolado no efisema.
 
Matou-se com tiro certo
A menina Dilermanda
Voltou em corpo doente,
Não fala, não vê nem anda.
 
Pôs fogo nas próprias vestes
Dona Cesária da Estiva…
Está de novo na Terra
Num corpo que é chaga viva.
 
Suicidou-se à formicida
Maricota da Trindade…
Voltou…Mas morreu de câncer
Aos quatro meses de idade.
 
Enforcou-se o columbano
Para mostrar rebeldia…
De volta, trouxe a doença
Chamada paraplegia.
 
Queimou-se com gasolina
Dona Lília Dagele.
Noutro corpo sofre sarna
Lembrando fogo na pele.
 
Tolera com paciência
Qualquer problema ou pesar;
Não adianta morrer,
Adianta é se melhorar.