” A verdade é que existem espíritos no Astral especialistas em sons que agem como sinalizadores para as enormes falanges que não se manifestam através dos médiuns nas sessões de caridade. Na situações socorristas e de embates vibratórios nos Astral inferior, elas são orientadas recebendo as tarefas mais rudimentares, por meio de sons similares aos vossos instrumentos de percussão. É uma forma inteligente de organizar a movimentação de centenas e até milhares de entidades das várias linhas que trabalham juntas, e ao mesmo tempo. Do contrário seria instalada a desordem, uma vez que o momento de os espíritos de Oxóssi atuarem não é o mesmo que os de Ogum, que, por sua vez, diferem dos das irmãs de Yemanjá, e assim sucessivamente. Dessa forma, cada agrupamento espiritual por linha vibratória (orixá) tem tarefas magísticas específicas que necessitam de disciplina e ordem, e nem todos os espíritos estão preparados para receber comandos meramente pela mente, pelos pensamentos. Precisam de apoio sonoro, luminoso e de formas geométricas que fundamentem as ordens de trabalho outorgadas pelo movimento umbandista. É o que podeis chamar de lei da pemba: cada traçado de um ponto riscado em sua percussão etéreo astral produz um campo de força magnético com som, luz e um grafismo peculiar, que, por sua vez, são comunicados para grande número de espíritos por acordes sonoros.”
Ramatis – A Missão da Umbanda – Edit. do Conhecimento






































