Quatro velas estavam queimando calmamente. O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que tratavam.
A primeira disse:
- Eu sou a Paz! Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.
E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.
A segunda disse:
- Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. As pessoas não querem saber de Deus. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam. E sem esperar apagou-se.
De repente… entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isso começou a chorar.
Então a quarta vela falou:
- Não tenhas medo criança, enquanto eu queimar podemos acender as outras velas, eu sou a Esperança!
A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu todas as outras.
“QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE NÓS”.







































13 13UTC Agosto 13UTC 2009 às 12:54 pm
Sou catequista e coordenadora de grupo de reflexão
adoro essas maravilhosas mensagens. Gosto de
acolher muito bem as pessoas e principalmente
nossas cças e nossos jovens, essas maravilhosas
Mensagens são a ANCORA de nossos encontros.
Deus os abençoe e muito, muito obrigada.
Beijos e aquele abraço, da Rosí
Quitandinha, (Paraná)13/agosto/2009