Glauber Filho (esq.) dirige os atores Vya Negromonte e Herson Capri durante as filmagens de "As Mães de Chico Xavier"
Após o sucesso da cinebiografia "Chico Xavier", o médium volta a ser retratado nas telas do cinema em "As Mães de Chico Xavier", dos diretores Glauber Filho e Halder Gomes, filme previsto para estrear no final deste ano.
Nesta nova produção, entretanto, Chico Xavier não será o personagem central. A obra conta as histórias de três mães que se cruzam quando buscam conforto com o médium, após terem perdido seus filhos. "A psicografia de cartas de mães era um trabalho muito conhecido do Chico Xavier. Ele não é o protagonista da história, mas o homem de ligação das mães com esses filhos", diz o diretor Halder Gomes.
As atrizes escolhidas para protagonizarem o filme foram Vya Negromonte ("Lua Cambará – Nas Escadarias do Palácio"), cujo filho adolescente tem problemas com drogas, Vanessa Gerbelli ("Carandiru"), que busca suprir a ausência do marido dando total atenção ao filho e Tainá Muller ("Cão sem Dono"), uma professora que enfrenta o dilema de uma gravidez não planejada.
As histórias contadas são fictícias, mas o filme é inspirado no livro "Por Trás do Véu de Ísis", de Marcel Souto Maior e teve como base três cartas psicografadas por Chico para mães. "Houve uma pesquisa do Emmanuel Nogueira, escolhemos três cartas e fizemos o roteiro original", conta o diretor e roteirista Glauber Filho.
Nelson Xavier ("Sonhos Roubados"), que interpretou Chico no filme de Daniel Filho, volta a fazer o papel, mas conta que no início hesitou em aceitar o convite: "Não queria ficar fichado pelo interprete de Chico Xavier, o que me convenceu foi a garantia de que eu seria um personagem de terceiro plano e também porque trata de outra idade dele, ele está bem mais velho e é uma imagem totalmente diferente da que apareceu no filme do Daniel”.
A produção ainda conta com os atores Herson Capri ("Quanto Vale ou É por Quilo?"), que interpreta o marido de Ruth (Vyia Negromonte), Caio Blat ("As Melhores Coisas do Mundo"), que faz um jornalista que tenta entrevistar o médium e ganhar audiência com seu dom e Neuza Borges ("Polaróides Urbanas"), a governanta de Elisa (Tainá Muller).
Filmes com temática espírita
A idéia de produzir "As Mães de Chico Xavier" aconteceu depois do lançamento de "Bezerra de Menezes: O Diário de um Espírito", de 2008, também com direção de Glauber Filho, mas acompanhado de Joe Pimentel. O filme que conta a vida de Bezerra teve mais de 300 mil espectadores no primeiro mês de exibição. "A produtora Estação da Luz decidiu fazer um próximo filme da mesma temática e como estava próximo o centenário do Chico Xavier, eles escolheram este tema", conta Glauber Filho.
O sucesso da obra de Daniel Filho também mostra o interesse do público brasileiro nesta temática. No final de semana de estreia foram aos cinemas 590 mil pessoas. Hoje, o filme na sétima posição dos filmes mais assistidos do ano.
Os diretores do longa acreditam que o filme pode se beneficiar do sucesso de "Chico Xavier" nos cinemas e continuar levando não apenas o público espírita às salas. "O filme conta uma bela história, um drama. O filme toca um aspecto que está presente nas nossas vidas", fala Gomes.
Glauber Filho completa "queremos que ocorra uma identificação com as mães e com aqueles que perderam um ente querido. Era mais ou menos isso que o Chico fazia e nós queremos criar isso no filme, esse sentimento que ele passava para as mães, queremos passar para o público".
É possível ver tudo que aconteceu no set de filmagem de "As Mães de Chico Xavier" noblog do filme, que passou pelas cidades do Ceará: Guaramiranga, Fortaleza, Pacatuba; e Pedro Leopoldo, em Minas Gerais, cidade natal do médium. O longa tem produção da Estação Luz de Cinema e orçamento de 4 milhões de reais.
ADEUS CAVALEIRO DE UMBANDA
A SUA ESPADA BRILHA NO RAIA DO DIA
BEIRA MAR
CAVALEIRO DA ALVORADA
CAVALEIRO DO CÉU
CHAMADA DE OGUM
CLARIM DA LUA
OGUM DE RONDA
EM SEU CAVALO BRANCO
ENGROSSI
EU NÃO SERIA NADA
FILHO DE PEMBA
JANGADEIRO
JUROU BANDEIRA
MEU PADRINHO, MEU PROTETOR
NA FRENTE DA ROMARIA
NA LUA NOVA EU ADOREI OGUM
NO ALTO DA CACHOEIRA
OGUM SETE ONDAS
OGUM BEIRA MAR
OGUM DE RONDA
OGUM EM SEU CAVALO CORRE
OGUM GENERAL
OGUM JÁ FOI CORONEL
OGUM MEGÊ
OGUM MEGÊ
OGUM NARUÊ
OGUM-NHE-Ô
OLHA SUA BANDEIRA
POR ENTRE MARES
QUE ABALOU AS ESTRELAS
Ó QUE NOITE TÃO BONITA
PISA NA LINHA DE UMBANDA
PISA NO REINO Ô CANGIRA
PRA SÃO JORGE
QUANDO OGUM FOI PARA A GUERRA
QUANDO OS CLARINS TOCAVAM
QUE CAVALEIRO É AQUELE
SÃO JORGE GUERREIRO
SUA COROA DE OURO É MARIÔ
SUBIDA DE OGUM
TEM PENA DE MIM
TOMA CONTA
Cedidos gentilmente pelo irmão Alex de Oxóssi – www.povodearuanda.com.br, www.povodearuanda.ning.com
Trailer do documentário ”Terra deu, Terra Come”. Ao conduzir o funeral de João Batista, Pedro desfia histórias carregadas de poesia e significados metafísicos, que levam o espectador espectador as dúvidas. Direção de Rodrigo Siqueira. Exibido na edição 2010 do Festival É Tudo Verdade
Programa do Jô
Terça-feira, 16/03/2010
Devido à sua ascendência japonesa, ele diz bem-humorado que as pessoas pensam que ele é budista ou qualquer outra religião, menos umbandista.
É muito comum no inicio das incorporações, quando a gente está ansioso, com medo , curioso e inseguro para saber quem são nossas entidades, como trabalharam, nomes, etc… Todos nós médiuns já passamos por isso…..Quando há as incorporações o médium fica mais que atento a qualquer palavra que saia de sua boca “se eu falando ou a entidades, o que vai acontecer agora, o que ele tá fazendo” ….. tudo isso faz parte do ínicio, pois ser consciente é perfeitamente normal e não é sinal de “falta de firmeza, ou imaturidade nas incorporações, ou fraqueza do médium.

E é nessa fase onde o médium atua muito junto com a entidade, por sua participação , ‘interatividade” que é peculiar nesse ínicio, ocorre maior incidência de uma interferência do médium , sobrepondo a da entidade.
Porém, com o passar do tempo, o médium vai ganhando confiança, vai aprendendo a ficar mais alheio das manifestações da entidades, pois para ele não terá mais mistérios e se reservará da total abstenção de qualquer tipo de interferência, inclusive de sua própria opinião do que a entidade deveria agir, falar ou conduzir numa consulta.
Muitas pessoas desistem no inicio, por não aceitar sua consciência e não conseguir trabalhar psicologicamente essa questão e achar que é ele ali e não a entidade. De não insistir e entender que as incorporações vão se firmando com o tempo. Pois nossa forma de trabalhar mediúnicamente é muitíssimo diferente de Candomblé e Espíritismo. E para a Umbanda a afinidade e sintônia nas incorporações é de fato, mais demorada. E nesse processo de ajustes, equalizações e estabelecer uma sintonia satisfatória , o médium deve entender que haverá sim erros, o seu sobrepor a propria entidade, o animismo, porque faz parte desses ajustes. Por isso o médium não deve ser pemitido ao estarem sob influência das entidades; beber, fumar e principalmente, dar consultas e atender o público, quando essa sintonia não se estabelecer de fato, avaliado pelo dirigente e guias chefes da casa.
Nao é que não podem ….. é normal as entidades não darem nomes de suas falanges no ínicio, pois o médium ainda não está preparado mediúnicamente falando … demora-se um tempo para estabelecer uma sincrônia entre a faixa vibratória da entidade com a do medium e somente quando houver harmonia, e com menos risco de animismos por parte do médium, é que elas trazem sua falange.
Antes de tudo cada guia que incorpora é único, cada um é um espírito em particular, com seu jeito de agir e pensar. O nome de que se utilizam é apenas um indicativo da forma que trabalham de sua linha e irradiação. Por isso podemos ter vários espíritos trabalhando com o mesmo nome, sem que sejam por isso um só espírito.

É como ser um médico, engenheiro, etc… Todos possuem um conhecimento comum, além do conhecimento individual. E isso faz com que trabalhem de forma diferente, mas seguindo a mesma linha geral. A mesma coisa acontece com nossos guias, então é comum escutar:
- Como é o Caboclo X?
- Me conte a estória do Preto Velho Y
- Como é o ponto riscado do Exú Z?
Isso pode ocasionar vários promelhas no início do desenvolvimento, o médium lê uma descrição de que o Caboclo Y fuma. E ele fica com “isso” na cabeça, assim que chega no momento de trabalhar com o seu guia o Caboclo Y (também) ele pede um charuto, e aparti daí fica mais difícil de romper essa barreira anímica criada pelo médium.
Ou então o médium lê que o Exu Z quando incorpora ajoelha no chão, aí pensa, “nossa o que eu incorporo não ajoelha!!!” e começa a se sentir inseguro quanto a manifestação do seu guia, podendo com isso atrapalhar o seu desenvolvimento.
Pra resumir, a melhor forma de conhecer seu guia e através do tempo, do desenvolvimento e do trabalho com ele, assim pouco a pouco você vai se interando de como ele é, como gosta de trabalhar, etc.
Tirado do texto de A. Araújo
| Os preparativos para a grande festa estão sendo providenciados há meses.
As escolas de samba preparam, ao longo do ano, as fantasias com que os integrantes irão desfilar nas largas avenidas, em meio às arquibancadas abarrotadas de espectadores. Os foliões surgem de diversos pontos do planeta, trazendo na bagagem um sonho em comum: “cair na folia”. Pessoas respeitáveis, cidadãos dignos, pessoas famosas, se permitem “sair do sério”, nesses dias de carnaval. Trabalhadores anônimos, que andam as voltas com dificuldades financeiras o ano todo, gastam o que não têm para sentir o prazer efêmero de curtir dias de completa insanidade. Malfeitores comuns se aproveitam da confusão para realizar crimes nefastos, confundidos com a massa humana que pula freneticamente. Jovens e adultos se deixam cair nas armadilhas viscosas das drogas alucinantes. Esse é o lado da festa que podemos observar deste lado da vida. Mas há outro lado dessa festa tão disputada: o lado espiritual. Narram os Espíritos superiores que a realidade do carnaval, observada do além, é muito diferente e lamentavelmente mais triste. Multidões de Espíritos infelizes também invadem as avenidas num triste espetáculo de grandes proporções. Malfeitores das trevas se vinculam aos foliões pelos fios invisíveis do pensamento, em razão das preferências que trazem no mundo íntimo. A sintonia, no Universo, como a gravitação, é lei da vida. Vive-se no lugar e com quem se deseja psiquicamente. Há um intercâmbio vibratório em todos e em tudo. E essa sintonia se dá pelos desejos e tendências acalentados na intimidade do ser e não de acordo com a embalagem exterior. E é graças a essa lei de afinidade que os espíritos das trevas se vinculam aos foliões descuidados, induzindo-os a orgias deprimentes e atitudes grotescas de lamentáveis conseqüências. Espíritos infelizes se aproveitam da onda de loucura que toma conta das mentes, para concretizar vinganças cruéis planejadas há muito tempo. Tramas macabras são arquitetadas no além túmulo e levadas a efeito nesses dias em que momo reina soberano sobre as criaturas que se permitem cair na folia. Nem mesmo as crianças são poupadas ao triste espetáculo, quando esses foliões das sombras surgem para festejar momo. Quantos crimes acontecem nesses dias…quantos acidentes, quanta loucura… Enquanto nossos olhos percebem o brilho dos refletores e das lantejoulas nas avenidas iluminadas, a visão dos espíritos contempla o ambiente espiritual envolto em densas e escuras nuvens criadas pelas vibrações de baixo teor. E as conseqüências desse grotesco espetáculo se fazem sentir por longo prazo. Nos abortos realizados alguns meses depois, fruto de envolvimentos levianos, nas separações de casais que já não se suportam mais depois das sensações vividas sob o calor da festa, no desespero de muitos, depois que cai a máscara… Por todas essas razões vale a pena pensar se tudo isso é válido. Se vale a pena pagar o alto preço exigido por alguns dias de loucura. Os noticiários estarão divulgando, durante e após o carnaval, a triste estatística de horrores, e esperamos que você não faça parte dela. Você sabia? Você sabia que muitas das fantasias de expressões grotescas são inspiradas pelos espíritos que vivem em regiões inferiores do além? É mais comum do que se pensa, que os homens visitem esses sítios de desespero e loucura durante o sono do corpo físico, através do que chamamos sonho. Enquanto o corpo repousa o espírito fica semiliberto e faz suas incursões no mundo espiritual, buscando sempre os seres com os quais se afina pelas vibrações que emite. Assim, é importante que busquemos sintonizar com as esferas mais altas, onde vivem espíritos benfeitores que têm por objetivo nos ajudar a vencer a difícil jornada no corpo físico. |
| Equipe de redação do Momento Espírita. Texto baseado nos capítulos 6 e 23 do livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ed. Leal. |
*O bosque estava quase deserto quando o homem sentou-se para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho.
Estava desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois o mundo estava tentando afundá-lo.
E como se já não tivesse razões suficientes para arruinar o seu dia, um garoto chegou, ofegante, cansado de brincar.
Parou na sua frente, de cabeça baixa e disse, cheio de alegria:
- Veja o que encontrei!
O homem olhou desanimado e percebeu que na sua mão havia uma flor.
Que visão lamentável! Pensou consigo mesmo. A flor tinha as pétalas caídas, folhas murchas, e certamente nenhum perfume.
Querendo ver-se livre do garoto e de sua flor, o homem desiludido fingiu pálido sorriso e se virou para o outro lado.
Mas ao invés de recuar, o garoto sentou-se ao seu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:
- O cheiro é ótimo, e é bonita também…
- Por isso a peguei. Tome! É sua.
A flor estava morta ou morrendo, nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho, mas ele sabia que tinha que pegá-la, ou o menino jamais sairia dali.
Então estendeu a mão para pegá-la e disse, um tanto contrafeito:
- Era o que eu precisava.
Mas, ao invés de colocá-la na mão do homem, ele a segurou no ar, sem qualquer razão.
E naquela hora o homem notou, pela primeira vez, que o garoto era cego e que
não podia ver o que tinha nas mãos.
A voz lhe sumiu na garganta por alguns instantes…
Lágrimas quentes rolaram do seu rosto enquanto ele agradecia, emocionado, por receber a melhor flor daquele jardim.
O garoto saiu saltitando, feliz, cheirando outra flor que tinha na mão, e
sumiu no amplo jardim, em meio ao arvoredo.
Certamente iria consolar outros corações, que embora tenham a visão física,
estão cegos para os verdadeiros valores da vida.
Agora o homem já não se sentia mais desanimado e os pensamentos lhe passavam
na mente com serenidade. Perguntava-se a si mesmo como é que aquele garoto
cego poderia ter percebido sua tristeza a ponto de aproximar-se com uma flor
para lhe oferecer.
Concluiu que talvez a sua auto-piedade o tivesse impedido de ver a natureza
que cantava ao seu redor, dando notícias de esperança e paz, alegria e
perfume…
E como as Leis da Vida são misericordiosas, permitiram que um garoto privado
da visão física o despertasse daquele estado depressivo.
E o homem, finalmente, conseguira ver, através dos olhos de uma criança
cega, que o problema não era o mundo, mas ele mesmo.
E ainda mergulhado em profundas reflexões, levou aquela feia flor ao nariz e
sentiu a fragrância de uma rosa…
…………………………………..
Verdadeiramente cego é todo aquele que não quer ver a realidade que o cerca.
Tantas vezes, pessoas que não percebem o mundo com os olhos físicos,
penetram as maravilhas que os rodeiam e se extasiam com tanta beleza.
Talvez tenha sido por essa razão que um pensador afirmou que “o essencial é
invisível aos olhos.”
Extraído do Grupo Yahoo – Vida Umbandista
Algumas notícias sobre o Nosso Lar, O Filme
Renato Prieto interpreta o espírito André Luiz em “Nosso Lar, O filme” com data para a estreia nos cinemas prevista para setembro de 2010.
Veja abaixo o vídeo onde Luiz Augusto de Queiroz e Iafa Britz, produtores de Nosso Lar, O filme
são recebidos na FEB pelo presidente Nestor Masotti.
Nessa oportunidade comentam o momento que envolve o projeto do filme.
No início, Nestor Masotti expõe as atividades que envolvem os trabalhadores da FEB.
Nosso Lar, O Filme.
Data de Lançamento: 03/09/2010 Gênero: drama Estúdio: Cinética Filmes e Produções com distribuição Fox Filmes do Brasil – Apoio Federação Espírita Brasileira
Informações detalhadas
Website: http://www.nossolarofilme.com.br
Estrelando: Renato Prieto como André Luiz, Paulo Goulart, Othon Bastos, Ana Rosa, Werner Schunemann, Rosane Mulholand, Fernando Alvez Pinto, Rodrigo dos Santos, Nicola Siri, Helena Varvaki, Clemente Viscaíno, Lisa Fávero, César Cardadeiro, Aracy Cardoso. Roteiro por: Wagner de Assis Realizado por: Wagner de Assis Produzido por: Iafa Britz Prêmios: Produtor Executivo Luiz Augusto de Queiroz
Produtora Executiva : Elizabeth Marinho Dias
co-produtor executivo: Luiz Claudio Barbosa
produtor associado: USA Harold Apter
Resumo do Enredo: A trajetória de um médico pelo mundo espiritual. Baseado no livro homônimo de Chico Xavier.
Confiram também o espaço do filme no FaceBook
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